PELAS NOITES DE SÃO PAULO!Trabalho Noturno.


Escrito por: Lucas Alves

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Leia Anteriormente: Pelas Noites de São Paulo! ….. Pelas Noites de São Paulo! – Conhecendo um pouco mais…

 

PELAS NOITES DE SÃO PAULO!

Trabalho Noturno.

Acordei ao meio dia, com uma forte dor de cabeça e o quarto revirado.

— Nossa! — falei bocejando e tentando abrir os olhos. — Que bagunça.

Olhei para a janela, o sol estava brilhando entre os prédios, dei mais uma olhada pelo quarto, e vi minha mochila e minha carteira jogada, me levantei na hora e fui conferir.

— Que “porra´´ é essa? — Disse, abrigando a carteira — Cadê o meu dinheiro? Aposto que a Roberta ou Roberto, sei lá, fui roubado.

Joguei a minha carteira no chão, e fui tomar um banho para ir trabalhar. Meu telefone vibra, e já passando das 13 horas a dor de cabeça era mais forte. Fui ver a mensagem.

— Puta “merda´´, o Claudio.

Olá, Richard. Tomara que esteja bem e preparado, pois estou curioso pela sua matéria. Quero que fique até tarde. O João não pode vir e só você sabe editar as imagens como ninguém, claro além dele. Irei – te pagar hora extra em dinheiro. Okay?

Grato, Claudio.

 

Vi a mensagem, e aquela era uma chance de recuperar meu dinheiro perdido nessas noites. Respondi a mensagem de volta.

Claro! Pode deixar. Posso editar numa “boa´´, só vou chegar um pouco tarde, acordei meio mal, mas logo estarei indo, e concluirei a minha matéria, para que amanhã possa – te apresentar e em seguida ficarei na revista para editar as imagens do mesmo. 

Ass. Richard

 

Vi que daria certo. Abri meu notebook e vi as gravações da noite, editei o vídeo, escrevi um resumo para quando chegar na revista.

Fui na delegacia, e prestei uma queixa contra Roberta. Saindo da delegacia, fui direto pro escritório, e fazer a minha matéria com a Roberta ou Roberto.

Já era tarde, me empolguei escrevendo, quando olhei para o relógio, já se passava das 19 horas da noite. Levantei e fui tomar um café, tinha que ficar acordado até mais tarde. Ainda tinha que editar as imagens do João.

— Boa noite, Dona Maria. — cumprimentei a faxineira noturna, que já estava arrumada pra ir embora.

— Boa noite, Sr. Richard — cumprimentou com lágrimas nos olhos — Sentirei saudades do senhor.

Olhei para ela sem entender. — Como assim? — perguntei.

— Estou entrando de férias, talvez vou – ter de sair da revista, ando doente, —expressou cabisbaixa — Mas já tem uma moça nova, eu tava ensinando ela, muito “novinha´´ pro meu gosto, mesmo assim, acho que vai se dar bem.

Coloquei a xícara de café na mesa, e dei um forte abraço nela de despedida. Me virei e voltei, Dona Maria se virou e pegou o elevador deixando eu e a nova faxineira no andar.

Voltei para minha mesa, deveria editar as fotos do João, nosso melhor fotógrafo da revista, que se bobear ganha mais que eu, ou de qualquer funcionário daqui.

Vendo o material, vi as belas modelos que ele escolherá, uma mais bonita que a outra, comecei a ficar excitado com aquelas imagens. Não me aguentei e levantei para tomar mais café, e me controlar. Até que me deparo com uma sombra bem na porta da cozinha, uma moça baixa, se bobear tinha 1,68 de altura, cabelos curtos e com uma bela e linda tatuagem no braço.

— Quem é você? — me perguntou a bela moça

— Sou Richard, colunista. — olhei para ela de cima pra baixo — Eu que pergunto, quem é você?

— Sou a nova faxineira — ela me olhou por inteiro — Lembrei do senhor, a Dona Maria me falou que um tal de Richard estaria aqui.

Dei um sorriso, pois ela falava meu nome engraçado com um sotaque diferente. — Qual é o seu nome? — indaguei.

— Daria — respondeu-me.

— Daria? Nossa! Que diferente. — encarei – a e sorri novamente — Um nome diferente para uma moça bonita.

Ela sorriu e virou. — Vou fazer as minhas coisas, se o Senhor, não se importar.

Dei passagem e passei para pegar meu café. Voltei para a minha mesa, mas continuava excitado, não sabia por qual motivo se era as fotos ou Daria.

Levantei e fui atrás dela, estava limpando a ala da presidência.

— Daria? — falei.

— Sim? Quer ajuda?

Olhei para ela e fui-me aproximando lentamente.

— Posso ver a sua tatuagem? — perguntei.

Ela me encarou e deu uma risada de canto e respondeu… — Se não ta vendo?

Olhei para ela e dei risada pela forma de falar e sua ignorância. — Quero sentir, posso?

Ela levantou mais a blusa para mostrar a tatuagem que ia até o ombro.

— Passe a mão sinta os detalhes… — ela me falou com uma voz rouca

Eu olhei para ela e fui passando minha mão, e sentindo cada vez mais prazer por passar a mão nela.

Ela tirou a blusa, ficou mostrando outra tatuagem nos seios, flores e mais flores, um piercing no umbigo e outro nos mamilos.

— Que magníficos — disse isto, desapertando a gola da camisa social.

— Chupa meus peitos!

— O quê? — encarei ela sem saber se estava falando sério, ou zoando com a minha cara.

— Chupa seu “bosta´´, sei que você quer!

Olhei para ela sem reação, e comecei a beijar seus mamilos, acariciar seu corpo com as mãos, senti que ela tinha mais um piercing abaixo do umbigo.

— Olha só, ele achou mais um piercing! — ela falou sorridente para mim — Quer provar o gosto também?

Mirei meus olhos para ela, sem saber se era real, mas acabei descendo lentamente e lambi toda a sua curva… Encarei ela e desci a metade da calça…

— Agora vou mostrar quem sou, pra nunca mais se esquecer…

— Veremos…

Ela segurou em meu ombro e gemia bem alto, seus gritos ecoavam pelos corredores, deitei-a na mesa da Presidência. Mordi seu corpo deixando minhas marcas, usamos todos os cantos da sala…

 Acompanhe a parte final

14.07.2014 – Voltei a ser quem eu era.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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