Resenha – O Príncipe da Névoa – Carlos Ruiz Zafón


Escrito por: Carlos Monteiro

530751_10151192885316050_2015962103_n

 

Sinopse do livro

Em 1943, a família do jovem Max Carver muda para um vilarejo no litoral, por decisão do pai, um relojoeiro e inventor. Porém, a nova casa dos Carver está cercada de mistérios. Atrás do imóvel, Max descobre um jardim abandonado, contendo uma estranha estátua e símbolos desconhecidos. Os novos moradores se sentem cada vez mais ansiosos: a irmã de Max, Alicia, tem sonhos perturbadores, enquanto ao outra irmã, Irina, ouve vozes que sussurram para ela de um velho armário. Com a ajuda de Roland, um novo amigo, Max também descobre os restos de um barco que afundou há muitos anos, numa terrível tempestade. Todos a bordo morreram na ocasião, menos um homem – um engenheiro que construiu o farol no fim da praia.
Enquanto os adolescentes exploram o naufrágio, investigam os mistérios e vivem um primeiro amor, um diabólico personagem surge na trama. Trata-se do Príncipe da Névoa, um ser capaz de conceder desejos a uma pessoa, ainda que, em troca, cobrasse um preço demasiadamente alto.
Escrito na década de 90 por um dos mais célebres autores espanhóis da atualidade, O Príncipe da Névoa marca a estréia literária de Zafón. “Na verdade, quando era adolescente não costumava ler romances catalogados como ‘juvenis’. No caso de O Príncipe da Névoa, na falta de outras referências, resolvi escrever um romance que teria gostado de ler quando tinha 13, 14 anos, mas que continuasse a me interessar também ao 23, 43 ou 83 anos”, explica o escritor em entrevista concedida para a imprensa espanhola.

Resenha

Ano passado passei em uma livraria, queria comprar algo novo, conhecer um autor desconhecido, brincar com novas palavras, viajar resplandecido em um fresco e flagelo universo. Foi daí que encontrei o escrevedor Carlos Ruiz Zafón. Não larguei mais seus livros. Encantamento é a palavra mais absoluta a usar neste caso. Sou um criminoso ao resenhar qualquer coisa deste autor. Tudo és memorável. Primeiramente, escolhi a obra; – O Príncipe da Névoa. Este excelente trabalho conta a História de Max Carver, um garoto que se muda para um vilarejo(1943) com a família. E a nova casa onde a sua família vai morar estás cercado de mistérios que vai prender atenção de qualquer leitor. O que mais me chamou atenção, foi como Zafón usa os símbolos em suas narrativas, em especial, destaco dois: Primeiro – o garoto ser filho de um relojoeiro, e o Segundo – é em existir um farol, o mesmo sendo construído pelo sobrevivente de um naufrágio. Gosto quando a história de um livro se entrelaça com alguns simbolismos. Neste caso, o tempo não apaga dor, e mancha a nossa alma com lembranças, e por mais que queiramos encontrar uma luz, vamos sempre esperar pelo passado… Tudo isso, eu encontrei neste escritor.

 Não posso esquecer também, que além dos mistérios da família Fleischmann, o jardim da casa, é algo gótico e assombroso. Os personagens são gostosos de serem conhecidos. Max tem duas irmãs, Irina e Alicia. Sendo que, Alicia ira gostar do seu recém amigo, Roland, um menino que foi criado pelo seu avô. No mais, Príncipe da Névoa é um livro carregado de enigmas e emoções. Quem ler, vai ser brindado com alguns sustos, além de admirar o seu final.

Bem, acabo não querendo.

Obrigado Carlos Ruiz Zafón!

Anúncios