O percurso da existência perante a essência


Escrito por: Carlos Monteiro

Lamentação 1

O ar que respiro é uma poesia abusada

Por isso, questiono meus textos…

Sendo eu, uma alma condensada.

No grito da minha alma convoquei as palavras, endossei as verdades puras e latentes perdidas no fosso das minhas entranhas…

Acabei de alguma forma, deturpando meus atos e objetivos. Nunca soube o que é ser feliz, pois sempre me mostraram a face do egoísmo.

Vivi despejando e apontando erros a minha volta, esquecendo que a vida é para ser vivida no palco e não atrás das cortinas. Quero poetizar com as rimas da dor, versejar com minha jornada trazendo um amanhecer de um sonhador.

Quero mudar, desejo apossar meu ser, demolindo tudo que foi construído. Quero ser vivo nas minhas emoções. Como quero…

Já disse: “Escrevo para não morrer, escrevo para eliminar os germes da minha alma”. Alimento meus lamentos com gritos, berros que ressoam meu íntimo.

Sou um paradigma social, um profanador de um linguajar morto. Entretanto, minha nostalgia maior é olhar para este texto e,  saber que nasceu de mim, uma porta para esperança da vida.

Minha vida…

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2 comentários

  1. Reflexão marcante.
    “Vivi despejando e apontando erros a minha volta, esquecendo que a vida é para ser vivida no palco e não atrás das cortinas”… Esse trecho resume minha vida…rsrs

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