Esperança no Amor


Escrito por: Carlos Monteiro

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Homenagem a uma mulher, intitulada de Docinho.

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Quando você odeia alguém, seu ser carrega este sentimento dentro de si!

Seus caminhos são regados de uma vida dura

Maltratando sua alma, elevando a dose de loucura,

Maquiando seu sorriso deixando a linearidade uma doçura.

Um dia, teve um amor feito de campos silvestres…

Neste momento, suas palavras foram um doce escondido,

Nas colheitas baixas, o amor deixou – te nua, sem vestido

Beirando o estrangulamento da vida, contigo.

Suas palavras seguintes biografaram o fim…

Não deixando a noite amanhecer, aumentando a cicatriz

Ouvindo e dês -ouvindo, não te amo – “É isso que ele diz”,

Neste dia, nada impediu seu choro! Parou de acreditar em serafins.

Não aguentou este paraíso artificial,

queria descansar

Fechar este livro e, adormecer no cemitério.

Hoje delira, pensando em fugir e navegar…

Queria gritar até cobrir de dor o espaço,

Como era bom ser protegida na fase criança

Seu sonho é acreditar que ainda pode ter uma esperança!

Escreve sobre o silêncio gritante em seu peito

E quando esta escrevendo, a caneta entra em você,

e as palavras na alma.

Fazendo seu ser, amolecer e dormir com um breve ninar…

Tua pessoa é uma vida viva, estando satisfeito,

Sentiu-se corroída, mas de melancolia, conseguiu acalmar.

Quem sabe uma temporada, por um amor, poderás voltar a suspirar!

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