Usura da vida


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O dinheiro é a luxuria dos ricos

A avareza dos pobres, nada…

A verdade da riqueza, infundada!

A saudade da pobreza, jogada.

 

Uma nota que tem seu valor

Desenhadas nas mãos do papel,

Usando como fonte as nuvens do céu…

Feita com o timbrado amor.

 

Que ousa adentrar nossa alma

Com o dinheiro da alegria,

Usando e abusando de sua ousadia.

 

Ele é forte e barulhento

Fazendo meu ser submisso,

E meu corpo leproso – harmoniza com o dinheiro peçonhento!

 

Portanto, eu canto a miséria e suas proibições.

A bestialidade do dinheiro é um mar infinito…

Me levando para onde não ir – Siga o vento!

 

Gritando – Verdade da riqueza, nas tardes canções.

Chorando, Saudade da pobreza, ao anoitecer maldito!

Droga! Cansei, sem o dinheiro, acaba o encantamento…

 

Carlos Monteiro

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