Poesia Natalinas – Final


papai noel do mal

Para quem quiser, pode ouvir, eu declamando esta poesia. É só acessar o link abaixo:

http://vocaroo.com/i/s0ledAhxYn6d

Hou, hou, hou…

Sou o papai Noel da antiga honestidade.

Sou um espectador da fidelidade,

Sou o Noel da incredulidade!

É Natal!

Dia de todos cearem,

Muitos amarem,

Passar com a família e amigos e depois se calarem.

Quantos anos sagrados

Onde a dor, não mais se sente,

Papai Noel, eu quero meu presente!

Que deve estar bem guardado.

Na cova natalina – onde eu quero morrer!

Por que não aguento mais chorar,

25 De Dezembro, nada a comemorar…

Pois, eu sou ausência de ser.

Sou o Papai Noel!

Meu manto não é mais vermelho,

A escuridão é a nova face do espelho.

Ser eterno é isto,

Conviver com o parto pudico da sociedade

Gritos, mulheres – mães, bateram o sino da desigualdade.

Está é minha e sua nação,

E a moeda ganhou mais uma face, são Três agora!

Insanidade, podridão e decomposição.

Isto é caminhar entre os pequenos mortais,

Reflito o ano com as cartas das crianças…

Porque isso é escrever com o real!

Não tenho nada a sorrir, devido o natal Surreal,

Hou,hou,hou… Infelizmente matei sua Infância!

Cansei… E não vou desejar um Feliz Natal.

Primeira parte da Poesia Natalina: https://regozijodoamor.wordpress.com/2012/12/21/poesias-natalinas-i/

Segunda parte da Poesia Natalina: https://regozijodoamor.wordpress.com/2012/12/22/poesias-natalinas-ii/

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