Poesias Natalinas – II


Que tipo de Papai Noel eu sou?

Sou a imagem próximo da santidade,

Sou um símbolo da crueldade.

Dizem, que sou o Papai Noel da ruindade!

Que vê crianças simplesmente morrendo,

Mas o que posso fazer – Prefiro amar a Quitéria.

Assim, passo o ano vivendo…

Hou, hou, hou, eu amo a minha alegria.

Ignoro o dinheiro da imaginação,

Mesmo encontrando crianças agindo com total subversão…

 Tenho que encontrar um presente para dar para Quitéria!

Mas tenho medo de sair e ver a violência e a dor,

Eternizada no quadro batizado de impudor.

A moeda tem duas novas faces – Sangue e Lágrimas.

Diante disto eu choro pela nação,

Tudo sei, que não deveria ficar nesta resignação

Eu comecei a chorar em Novembro,

Devido as crianças, devido a Quitéria – que martírio.

Ela morreu pela canção da criança – Hou, hou, hou…

O natal é dia 25 de dezembro!

Vai ser fatal para mim, viver o idílio,

Enfim, sou um velhinho que amou…

Contínua…

Primeira parte da Poesia Natalina: https://regozijodoamor.wordpress.com/2012/12/21/poesias-natalinas-i/

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