Poesia – Escuridão


Um dia, resolvi caminhar na estrada das almas…

Era noite, eu nada via, tudo era medonho,

Meu corpo destruído e enfadonho

Encontrou almas gritantes pelo rebanho.

 

Ali jazia um furor obsceno

De tantas pessoas e seu ódio,

Querendo acabar o livro e seguir o episódio

Uma euforia para o letal veneno.

 

Faces de uma crueldade

Querendo desbancar o impossível,

Para gerar um quadro horrível.

 

Onde não tem vez o – amor!

Sim, grandiosos seres brutais

Na sua jornada do temor,

 

Impediu um sistema de ter tolerância

Trazendo para o meu peito o lado ganancioso,

Na estrada das almas, eu senti a retaliação.

 

Da náusea ao vomito – Repugnância,

Estou com medo, um elo pavoroso…

Isto é minha escuridão.

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