Crime do Amor


Eu desejei sua alma

Me perdi no olhar do seu ser,

Afogando minha brutalidade no entardecer…

Pela água translucida, eu vi o teu resplandecer!

 

Temi sua grandeza, fugindo como uma cobra – cega,

Ansiava pela descoberta, Mas, corri…

Pelo campo aberto, fui sufocado pelas ventanias cortantes

 

Acabei ouvindo os gemidos do amor

Sua face era uma mutação,

Meu corpo em estado de exatidão!

 

Tocou o pecado da natureza

“Desputrificando” o toque da maldição,

Clamando a música de Vossa alteza.

 

Meu eterno viu – te de costas

Decorei meu passo… Menosprezando um passado,

Voei por corredores de portas fechadas.

 

Sai da minha emoção primata

Sentindo o teu gosto dulcificado,

Podendo assim, contemplar a rosa florada!

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